Aljustrel é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Beja, região do Alentejo e sub-região do Baixo Alentejo, com cerca de 4 600 habitantes, conhecida pela sua mina.
É sede de um município com 458,47 km² de área e 9 257 habitantes (2011), subdividido em 4 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Ferreira do Alentejo, a leste por Beja, a sul por Castro Verde, a sudoeste por Ourique e a oeste por Santiago do Cacém.
No tempo dos romanos erguia-se aqui a povoação de Vispasca, nas imediações de uma mina de nome Metalum Vispascensis.
Orago: Santa Bárbara
Feriado municipal: 13 de Junho
O concelho de Aljustrel está dividido em 4 freguesias:
População
Número de habitantes
|
||||||||||||||
1864
|
1878
|
1890
|
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
5 948
|
7 788
|
7 455
|
8 214
|
12 272
|
12 437
|
15 276
|
17 299
|
18 214
|
18 181
|
13 473
|
12 870
|
11 990
|
10 567
|
9 257
|
Número de habitantes por Grupo Etário
|
||||||||||||
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
|
0-14 Anos
|
2 585
|
4 436
|
4 668
|
5 097
|
5 722
|
5 631
|
5 364
|
3 570
|
2 805
|
2 145
|
1 370
|
1 063
|
15-24 Anos
|
1 612
|
2 211
|
2 200
|
3 219
|
3 190
|
3 374
|
3 098
|
2 170
|
1 969
|
1 679
|
1 378
|
898
|
25-64 Anos
|
3 742
|
5 136
|
4 996
|
6 229
|
7 447
|
7 902
|
8 544
|
6 685
|
6 013
|
5 887
|
5 374
|
4 938
|
= ou > 65 Anos
|
394
|
477
|
498
|
616
|
853
|
1 023
|
1 175
|
1 280
|
2 083
|
2 279
|
2 445
|
2 358
|
> Id. Desconh.
|
1
|
40
|
28
|
39
|
23
|
|||||||
* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *
ALMODÔVAR
Almodôvar é uma vila portuguesa
pertencente ao Distrito de Beja, região do Alentejo e sub-região do Baixo
Alentejo, com cerca de 3 000 habitantes.
É sede de um município com 777,88
km² de área e 7 449 habitantes (2011), subdividido em 6 freguesias. O município
é limitado a norte pelo município de Castro Verde, a este por Mértola, a
sudeste por Alcoutim, a sul por Loulé, a sudoeste por Silves e a oeste e
noroeste por Ourique.
Anualmente, realiza-se a Feira de
Artes e Cultura de Almodôvar — FACAL.
A vila de Almodôvar encontra-se
assinalada na cartografia islâmica medieval sob o nome de
"Al-Mudura", palavra que significa "a coisa em redondo" ou
"cercada em redondo" . A povoação foi reedificada à época da invasão
muçulmana da península Ibérica, momento em que foi cercada por muralhas e
edificado um castelo, cujos vestígios, no entanto, desapareceram.
À época da Reconquista cristã da
península, pertenceu ao mestrado da Ordem de Santiago, com carta de foral
concedida por Dinis de Portugal a 17 de Abril de 1285. Através deste documento
eram assegurados grandes privilégios, entre os quais "o de o povo não
pagar portagem em parte nenhuma" nem "os gados da vila e seu termo
pagarem montas" conforme assente no Livro de Regimento de Verdes e
Montados.
Posteriormente, Manuel I de
Portugal, em 1 de Junho de 1512 concedeu o Foral Novo à vila, confirmando e
ampliando os privilégios concedidos por D. Dinis.
Orago: Santo Ildefonso
Feriado municipal: 24 de Junho
O concelho de Almodôvar está dividido em 6 freguesias:
- Aldeia dos Fernandes
- Almodôvar e Graça dos Padrões
- Rosário
- São Barnabé
- Santa Clara-a-Nova e Gomes Aires
- Santa Cruz
População
Número de habitantes
|
||||||||||||||
1864
|
1878
|
1890
|
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
9 607
|
10 215
|
10 827
|
11 089
|
11 848
|
12 173
|
14 180
|
16 283
|
17 702
|
16 028
|
12 264
|
10 637
|
8 999
|
8 145
|
7 449
|
Número de habitantes por
Grupo Etário
|
||||||||||||
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
|
0-14 Anos
|
3 685
|
3 963
|
4 254
|
4 583
|
5 290
|
5 452
|
4 599
|
3 070
|
2 375
|
1 604
|
936
|
883
|
15-24 Anos
|
1 966
|
2 022
|
2 025
|
2 635
|
2 815
|
3 098
|
2 765
|
2 020
|
1 557
|
1 262
|
1 014
|
641
|
25-64 Anos
|
4 582
|
4 827
|
4 885
|
5 655
|
6 754
|
7 520
|
7 509
|
5 865
|
4 941
|
4 319
|
4 071
|
3 684
|
= ou > 65 Anos
|
450
|
539
|
556
|
876
|
852
|
1 035
|
1 155
|
1 435
|
1 764
|
1 814
|
2 124
|
2 241
|
> Id. desconh
|
4
|
47
|
30
|
119
|
21
|
|||||||
/////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////
ALVITO
Alvito é uma vila portuguesa pertencente
ao Distrito de Beja, região do Alentejo e
sub-região do Baixo Alentejo, com cerca de 1 250
habitantes.
É sede de um município com
264,85 km² de área e 2 504 habitantes (2011), subdividido
em 2 freguesias. O
município é limitado a norte pelo município de Viana
do Alentejo, a este por Cuba,
a sul e oeste por Ferreira do Alentejo e a oeste por Alcácer
do Sal.
O nome Alvito virá de Olivetto, que significa olival, facto
comprovado pelas oliveiras milenares que se encontram no concelho.
História
Os vestígios mais antigos revelam a presença humana na idade
do cobre, do bronze e do ferro. Durante o século I, este foi ocupado pelos
romanos, que deixaram construção ainda observável, eg as villae de S. Romão, de
S. Francisco e Malk Abraão. Também visigodos e muçulmanos ocuparam
posteriormente estas antigas villae.
Foi finalmente conquistada pelos Portugueses em 1234, e em
1251 a povoação é doada a D. Estêvão Anes, chanceler-mor do reino, por D.
Afonso III e pelos Pestanas de Évora. A partir desta data, sobretudo através da
acção do Chanceler, procede-se ao seu repovoamento, passando Alvito a ser uma
povoação com dimensões consideráveis para a época.
Em 1279 com a morte de D. Estêvão Anes, a vila fica em
testamento para a Ordem da Santíssima Trindade, a qual lhe concede carta de
foral a 1 de Agosto de 1280, que viria a ser
confirmado por D. Dinis em 1283. Em 1387, D. João I doa Alvito a D. Diogo Lobo,
em troca dos bons serviços prestados na batalha de Aljubarrota (1385) e na
conquista de Évora aos espanhóis (1387), ficando a vila ligada à história desta
família ao longo de todo o restante período do regime monárquico.
A 24 de Abril de 1475, D. Afonso V concede
ao Dr. João Fernandes da Silveira, esposo de D. Maria de Sousa Lobo, o título
de Barão, passando Alvito a ser a «cabeça» da primeira baronia instituída em
Portugal. Nesta época já a povoação desfrutava de um crescimento acentuado,
fruto da conjuntura favorável em que o reino se encontrava e que permitiu um
forte crescimento populacional em todo o país.
Tal crescimento teve fortes repercussões na economia da
vila, dado que Alvito passa a ser um dos principais centros político-económicos
de todo o Alentejo, durante o período moderno, tendo quase 1700 habitantes e
364 fogos, segundo as estatísticas do censo de 1527. Este facto justifica o
esplendor que se pode observar em muitos monumentos: Castelo, Igreja Matriz,
Igreja da Misericórdia, Igreja de Nossa Senhora das Candeias, bem como na
representatividade da arte manuelina de Alvito.
Na época de transição do século XVIII para o século XIX, o
crescimento e prosperidade de Alvito estagnam, começando o seu declínio a
partir de meados da década de 70, após o 25 de Abril.
| Orago | Nossa Senhora da Assunção |
| Feriado municipal | Quinta-feira de Ascensão |
População
Número de habitantes
|
||||||||||||||
1864
|
1878
|
1890
|
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
9 607
|
10 215
|
10 827
|
11 089
|
11 848
|
12 173
|
14 180
|
16 283
|
17 702
|
16 028
|
12 264
|
10 637
|
8 999
|
8 145
|
7 449
|
Número de habitantes por Grupo Etário
|
||||||||||||
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
|
0-14 Anos
|
975
|
1 436
|
1 356
|
1 545
|
1 838
|
1 661
|
1 278
|
840
|
569
|
444
|
350
|
325
|
15-24 Anos
|
548
|
669
|
749
|
845
|
1 043
|
970
|
908
|
435
|
397
|
288
|
355
|
261
|
25-64 Anos
|
1 362
|
1 766
|
1 590
|
1 808
|
2 403
|
2 393
|
2 289
|
1 760
|
1 434
|
1 256
|
1 249
|
1 212
|
= ou > 65 Anos
|
220
|
237
|
277
|
280
|
333
|
367
|
375
|
430
|
568
|
662
|
734
|
706
|
> Id. Desconh.
|
2
|
16
|
6
|
1
|
2
|
|||||||
O concelho de Alvito está dividido em 2 freguesias:
+ + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + +
BARRANCOS
Barrancos é uma vila portuguesa raiana no distrito
de Beja, região Alentejo e sub-região do Baixo Alentejo, com cerca de 1 800
habitantes (2011).
Enquadramento do concelho e freguesia de Barrancos.
Com 1 834 habitantes (2011), o município de que é
sede é o de menor população do Continente e o terceiro menos povoado de
Portugal, tendo uma área de 168,42 km². O município é limitado a
norte e a leste pelos municípios espanhóis de Oliva de la Frontera e Valencia del Mombuey (província de Badajoz) e de Encinasola (província
de Huelva),
a sul e oeste pelo município de Moura e a
noroeste pelo município de Mourão.
Barrancos é um dos seis municípios de Portugal constituídos
por uma única freguesia. Dista 110 km da sede do distrito
de Beja e o mesmo da cidade de Évora.
| Orago | Nossa Senhora da Conceição |
| Feriado municipal | 28 de Agosto (Festa da Nª Sra da Conceição) |
População
Número de habitantes
|
||||||||||||||
1864
|
1878
|
1890
|
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
1 994
|
2 372
|
2 581
|
2 659
|
2 753
|
2 999
|
3 210
|
3 489
|
3 624
|
3 429
|
2 695
|
2 157
|
2 052
|
1 924
|
1 834
|
Número de habitantes por Grupo Etário
|
||||||||||||
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
|
0-14 Anos
|
942
|
885
|
931
|
896
|
965
|
893
|
773
|
530
|
466
|
323
|
255
|
246
|
15-24 Anos
|
425
|
526
|
550
|
579
|
583
|
626
|
531
|
330
|
268
|
324
|
228
|
164
|
25-64 Anos
|
1 162
|
1 227
|
1 333
|
1 481
|
1 644
|
1 739
|
1 791
|
1 345
|
1 017
|
993
|
951
|
968
|
= ou > 65 Anos
|
108
|
129
|
186
|
214
|
264
|
270
|
334
|
405
|
406
|
412
|
490
|
456
|
> Id. Desconh
|
2
|
2
|
0
|
6
|
11
|
|||||||
Cultura
Possui grandes ligações culturais
com Espanha,
uma vez que a povoação de Encinasola dista
de Barrancos apenas 9 km, ao passo que a localidade portuguesa
mais próxima (Santo Aleixo da Restauração), se situa
a 21 km. As manifestações mais visíveis deste parentesco cultural são o dialecto aí
falado (e actualmente leccionado na escola local),
o barranquenho, e na sobrevivência da tourada com
touros de morte, até aos nossos dias, cuja excepção foi consagrada na lei em 2002.
O facto de confinar com a fronteira espanhola
levou ainda ao desenvolvimento, até finais da década
de 1970, de uma intensa actividade de contrabando na vila.
Mantêm-se ainda curiosas
tradições de raiz comunitária, tais como:
- o baile da Pinha, realizado no sábado seguinte
ao Carnaval
- a romaria do
Dia das Flores, na segunda segunda-feira após
o domingo de Páscoa
- a Expo-Barrancos a tradicional festa do Presunto e
dos Enchidos que varia de ano para ano (em 2015 de 24 a 26 de Abril)
realiza-se no Parque de Feiras e Exposições de Barrancos
- as festas em honra de Nossa Senhora da Conceição, nos
dias 28 a 31 de Agosto
- o dia de Nossa Senhora da Conceição, a 8 de
Dezembro
- a fogueira de Natal,
comunitária, no largo principal da vila, na noite de
24 de Dezembro
Toiros de morte
A vila de Barrancos é, a par de Reguengos de Monsaraz, um dos dois únicos
locais de Portugal em
que é legal matar o toiro na arena aquando das corridas de toiros, pois o
Parlamento português aprovou, em 2002, um regime de excepção para Barrancos, que
legalizou esta tradição. Tradição esta que vem desde os primeiros tempos da
vila, constando ser as Festas
de Agosto de Barrancos como uma das principais do Baixo Alentejo, se
não a principal. Por isso, em meados do mês de Agosto visitam a vila milhares
de turistas, nomeadamente Portugueses e Espanhóis, curiosos ou amantes das
tradições festivas Barrancos, incluindo-se a lide a pé e a execução da sorte
final da estocada do touro na arena. As Festas de Agosto são uma forte
aposta no comércio local que é de pouco sustento.
História e património
O território onde actualmente se
situa a vila de Barrancos foi conquistado aos Mouros em 1167, por Gonçalo Mendes da Maia, o Lidador,
e o repovoamento da área foi ordenado por D. Sancho I em 1200. A sede de concelho situava-se
então na vila de Noudar, que só
seria definitivamente incorporada no Reino
de Portugal em 1295, ano em que lhe foi concedido foral por D.
Dinis. A vila de Noudar foi
extinta em 1825,
iniciando-se então um lento processo de despovoamento, o que implicaria a
transição da sede municipal para Barrancos.
Relativamente ao património edificado,
destacam-se as ruínas do Castelo
de Noudar e dos edifícios da antiga vila homónima.
*********************************************************************************
BEJA
Beja é uma cidade portuguesa
pertencente à região do Alentejo e sub-região do Baixo Alentejo, capital do
Distrito de Beja e Capital do Baixo Alentejo com cerca de 23 400 habitantes no
seu perímetro urbano, sendo a capital do Distrito de Beja e sede da Diocese de
Beja.
É sede de um dos mais extensos
municípios de Portugal, com 1 146,44 km² de área e 35 854 habitantes (2011)
subdividido em 12 freguesias.O município é limitado a norte pelos municípios de
Cuba e Vidigueira, a leste por Serpa, a sul por Mértola e Castro Verde e a
oeste por Aljustrel e Ferreira do Alentejo.
Crê-se que a cidade foi fundada
cerca de 400 anos a. C., pelos celtas, especificamente pelo povo dos célticos,
um povo celta que habitava grande parte dos territórios de Portugal a sul do
rio Tejo (atual Alentejo e Península de Setúbal), e também parte da Estremadura
Espanhola, até ao território dos cónios (atual Algarve e parte do sul do
distrito de Beja). Também é possível que tenha sido fundada pelos Cónios, que a
terão denominado Conistorgis, embora a localização desta cidade ainda seja
desconhecida. Os cartagineses lá se estabeleceram durante algum tempo, no
século III a.C., um pouco antes da sua derrota e expulsão da Península Ibérica
pelos romanos (latinos) no seguimento da segunda guerra púnica. Nos séculos III
e II a.C. houve o processo de romanização das populações locais e esta cidade
passou a fazer parte da civilização romana, pertencendo a uma região muito
romanizada. As primeiras referências a esta cidade aparecem no século II a.C.,
em relatos de Políbio e de Ptolomeu.
Com a conquista romana, esta
cidade passa a fazer parte do Império Romano (mais especificamente da República
Romana), ao qual pertenceu durante mais de 600 anos, primeiro na província da
Hispânia Ulterior e posteriormente na província da Lusitânia. Com o nome
alterado para Pax Julia, foi sede de um conventus (circunscrição jurídica)
pouco depois da sua fundação romana - o Convento Pacense (em latim: Conventus
Pacensis), também teve direito itálico. Esta cidade albergou uma das quatro
chancelarias da Lusitânia, criadas no tempo de Augusto. A sua importância é
atestada pelo facto de por lá passar uma das vias romanas.
Os Visigodos dominaram esta
cidade depois da queda do Império Romano, tornando-a sede de bispado. No século
V, depois de um breve período no qual haverá sido a sede da Tribo dos Alanos,
os Suevos apoderaram-se da cidade, sucedendo-lhes os Visigodos. Nessa época na
cidade foi edificado um hospital de média dimensão, destacando-se ainda a pouco
conhecida obra do bispo Apríngio de Beja (c. 531-560), "Comentário ao
Apocalipse", elogiado por Isidoro de Sevilha, e passa a denominar-se Paca.
Do ano 714 (século VIII) ao ano
de 1162 (meados do século XII), durante mais de 400 anos, esteve sob a posse
dos Árabes, primeiro sob o Califado de Córdova e mais tarde sob domínio dos
Abádidas do Reino Taifa de Sevilha, que lhe alteraram o nome para Baja ou Beja
(existe outra cidade com este nome na Tunísia), uma alteração fonética de Paca
(a língua árabe não tem o som "p").
Aqui nasceu o Al-Mutamid, célebre
rei-poeta que dedicou muitas das suas obras ao amor a donzelas e também a
mancebos homens.
No referido ano de 1162 os
cristãos reconquistaram definitivamente a cidade. Recebeu o foral em 1524 e foi
elevada a cidade em 1517. Beja foi o berço da notável família de pedagogos e
humanistas do Renascimento que incluiu Diogo de Gouveia (1471 - 1557),
professor de Francisco Xavier e conselheiro dos reis D. Manuel I e D. João III
de Portugal, a quem recomendou a vinda dos jesuítas; André de Gouveia (1497 -
1548), humanista, reitor da Universidade de Paris e fundador do Real Colégio
das Artes e Humanidades em Coimbra e o humanista António de Gouveia.
Criado pelo Rei D. Afonso V de
Portugal em 1453, o título de Duque de Beja foi atribuído ao segundo filho
varão, até à instituição da Casa do Infantado, em 1654, pelo Rei D. João IV,
tendo-o como base.
A cidade manteve-se pequena nos
séculos seguintes, sendo muito destruída durante as Invasões Francesas entre
1807 e 1811. A partir do século XX notou um certo desenvolvimento económico,
como a construção de escolas (o novo Liceu em 1937), o novo Hospital (1970),
assim como novas instalações judiciais e comerciais, embora muito do seu
património antigo tenha sido destruído pelas novas construções, nomeadamente no
centro histórico. Em 2011 foi inaugurado o Aeroporto de Beja sendo que no
entanto a grave crise económica motivou a que este se mantivesse em fraco
funcionamento e em situação de quase fecho.
Sóror Mariana Alcoforado
É atribuída à freira portuguesa
Sóror Mariana Alcoforado (1640 — 1723), natural de Beja, a autoria de cinco
cartas de amor dirigidas ao Marquês de Chamilly, passadas através da janela do
Convento e datadas da época em que o oficial francês serviu em Portugal, país
ao qual chegou em 1665. A sua obra Cartas Portuguesas tornou-se num famoso
clássico da literatura universal.
Lenda de Beja
Conta a lenda que quando a cidade
de Beja era uma pequena localidade de cabanas rodeada de um compacto matagal,
uma serpente assassina era o maior problema da população. A solução para este
dilema passou por assassinar a serpente, feito alcançado deixando um touro
envenenado na floresta onde habitava a serpente. É devido a esta lenda que
existe um touro representado no brasão da cidade.
População
Número de habitantes
|
||||||||||||||
1864
|
1878
|
1890
|
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
19 587
|
23 099
|
23 875
|
25 382
|
30 058
|
30 810
|
37 143
|
42 113
|
42 703
|
43 119
|
36 384
|
38 246
|
35 827
|
35 762
|
35 854
|
Número de habitantes por
Grupo Etário
|
||||||||||||
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
|
0-14 Anos
|
8 117
|
10 531
|
10 346
|
11 359
|
12 854
|
11 399
|
10 753
|
8 215
|
8 640
|
6 620
|
5 161
|
5 374
|
15-24 Anos
|
4 982
|
5 218
|
6 108
|
7 822
|
7 846
|
8 454
|
7 349
|
5 190
|
5 542
|
5 150
|
4 931
|
3 571
|
25-64 Anos
|
10 895
|
12 186
|
12 550
|
15 543
|
18 959
|
19 835
|
21 630
|
17 465
|
18 420
|
17 876
|
18 395
|
19 347
|
= ou > 65 Anos
|
1 314
|
1 516
|
1 459
|
1 883
|
2 473
|
2 864
|
3 387
|
4 040
|
5 644
|
6 181
|
7 275
|
7 562
|
> Id. desconh
|
24
|
54
|
145
|
122
|
84
|
|||||||
Clima
O clima na cidade
de Beja (a capital de distrito mais quente do país) é mediterrânico (Csa, segundo a classificação climática de
Köppen-Geiger), influenciado pela distância à costa. Tem Invernos suaves
e Verões quentes
e longos. A neve não
é muito comum, mas por vezes pode nevar em períodos
mais frios do inverno. A máxima em Janeiro é de 14 °C e em Julho é de 32,8 °C.
A mínima é de 5 °C em Janeiro e de 16 °C em Julho e em Agosto. A média anual
anda à volta dos 17 °C. A precipitação total anual média é
de 572 mm. A temperatura mais alta registada foi 45.4°C e a mais baixa
-5.5°C(fonte: Instituto de Meteorologia. Os dados
não aparecem na tabela porque não fazem parte do periodo 1971-2000).
Dados
climatológicos para Beja
|
|||||||||||||
Mês
|
Jan
|
Fev
|
Mar
|
Abr
|
Mai
|
Jun
|
Jul
|
Ago
|
Set
|
Out
|
Nov
|
Dez
|
Ano
|
Temperatura máxima absoluta
(°C)
|
22,0
|
24,5
|
30,0
|
32,6
|
37,2
|
45,4
|
45,2
|
45,4
|
42,0
|
35,0
|
28,1
|
22,0
|
45,4
|
Temperatura máxima média
(°C)
|
14,0
|
15,5
|
19,0
|
20,4
|
24,3
|
29,9
|
33,3
|
33,1
|
29,4
|
23,5
|
18,0
|
14,5
|
22,9
|
Temperatura mínima média
(°C)
|
5,4
|
6,0
|
7,7
|
8,7
|
11,0
|
14,0
|
15,8
|
16,4
|
15,4
|
12,9
|
9,2
|
6,8
|
10,4
|
Temperatura mínima absoluta
(°C)
|
-2,7
|
-3,2
|
-3,2
|
0,3
|
3,3
|
7,6
|
8,7
|
9,0
|
7,5
|
3,8
|
0,3
|
-0,9
|
-3,2
|
Precipitação (mm)
|
65,7
|
55,0
|
40,5
|
58,8
|
43,3
|
13,1
|
2,4
|
4,0
|
29,5
|
71,5
|
76,5
|
97,7
|
558,0
|
Economia
As principais fontes de
rendimento são os serviços, o comércio e a agricultura, antes destacava-se a
cultura do trigo,
actualmente desenvolvem-se a do olival e
da vinha. A
cidade está pouco industrializada, mas tem muito potencial para o ser
Em Beja estão instaladas duas importantes
Empresas Públicas: a EDIA - Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do
Alqueva, SA. e a EDAB - Empresa para o Desenvolvimento do Aeroporto de Beja,
S.A.
Património
Ermida de Santo André.
Igreja de Santo Amaro.
Arco romano na Travessa Funda.
Parque da Cidade.
Museu Rainha Dona Leonor
Monumentos de interesse
- Convento do
Sagrado Coração de Jesus (Carmelo de Beja)
- Castelo de Beja
- Pelourinho de Beja
- Sé Catedral de Beja
- Igreja do Salvador
- Ermida de Santo André
- Hospital da Misericórdia
- Igreja da Misericórdia de Beja
- Igreja de Nossa Senhora do Pé da Cruz
- Igreja de Nossa
Senhora dos Prazeres de Beja
- Igreja de Santo Amaro
- Igreja Matriz de Santa Maria
da Feira
- Monumento ao
prisioneiro político desconhecido
Culturais
- Arquivo Distrital de Beja
- Arquivo Municipal
- Biblioteca Municipal de Beja José Saramago
- Casa da Cultura
- Conservatório Regional do Baixo Alentejo
- Espaço Museológico Rua do Sembrano
- Galeria dos Escudeiros
- Museu Botânico da ESAB/IPBeja
- Museu Jorge Vieira – Casa das
Artes
- Museu Rainha Dona Leonor (Museu
Regional de Beja)
- Núcleo Visigótico
- Praça de Touros
- Teatro Municipal Pax Julia
Espaços verdes
- Jardim Público
- Parque da Cidade
- Parque de Merendas
Desportivo
- Complexo Desportivo Fernando Mamede
- Campos Sintéticos 1\2
- Estádio Dr. Flávio dos Santos
- Campos de Ténis
- Pavilhão Santa Maria
- Pavilhão Gimnodesportivo
- Piscina Municipal (descoberta)
- Piscina coberta]
- Parque de Campismo
Ensino superior
Escolas
- Escola EB 2,3 Santiago Maior
- Escola EB 2,3 Mário Beirão
- Escola EB 2,3 Santa Maria
- Escola Secundária D. Manuel I
- Escola Secundária Diogo Gouveia
- Conservatório Regional do Baixo Alentejo
Museu Rainha Dona Leonor
Este museu foi criado em 1927 e 1928 no antigo
Convento de Nossa Senhora da Conceição da Ordem de Santa Clara (extinto em 1834), e tem vindo a
expandir gradualmente a sua colecção. O edifício (um convento franciscano)
foi estabelecido em 1459 por Fernando de Portugal, Duque de
Viseu e de Beja ao pé do seu palácio ducal. As obras continuaram até 1509. A colecção do
museu divide-se em três áreas distintas; arqueologia, ourivesaria e pintura.
Na arqueologia podemos encontrar
machados de pedra polida, e lápides funerárias epigrafadas da Idade
da Pedra; do período romano encontra-se capitéis, numismática e cerâmica
comum; alguns vestígios da ocupação árabe; e do período medieval encontram-se
principalmente fragmentos de edifícios civis e religiosos da cidade. Os
vestígios paleocristãos encontram-se no núcleo visigótico do museu, na igreja
de Santo Amaro.
A ourivesaria do museu é
constituída por prataria do século
XVI ao século XIX principalmente de origem sacra, mas
também existem exemplares da civil. Uma peça que sobressai é uma escrivaninha em prata branca do
século XVI oferecida pelo rei D. Manuel I à cidade.
Eventos
- Ovibeja - Feira de actividades agrícolas,
pecuárias, artesanais e turísticas.
- Ruralbeja e Feira de Santa Maria
- Semana Académica do IPBeja
- Recepção Caloiro do IPBeja
- "Terras de Cante" - Festival
Internacional de Tunas Universitárias Cidade de Beja
- Semana de Música para o Natal (Coro de Câmara de
Beja)
- Vinipax
- Beja Wine Night
- Festival Internacional de BD de Beja
- Festival do Amor
- Artshots - Workshops de Arte e Comunicação
Multimédia (IPBeja)
- Infomedia - semana de Multimédia na Escola
Secundária Diogo de Gouveia
- Festival de Bandas da Cidade de Beja
- Rastafest - Festival da Diversidade
- Palavras Andarilhas
- Encontro de Coros de Beja (Coro de Câmara de Beja)
Imprensa
Os jornais locais são o Diário
do Alentejo, o Correio do Alentejo e o Alentejo Popular.
Os outros órgãos de comunicação social são Rádio Voz da Planície (104.5
FM), Rádio Pax (101.4 FM), Rádio Boa Onda (rádio
por internet). "ESDGtv" (televisão interna da ESDG)
Companhias teatrais
- Arte Pública
- Grupo de Teatro Jodicus
- Lendias d'Encantar
Agremiações culturais
- Coro do Carmo de Beja
- Associação Cultural e Recreativa Zona Azul
- Coro de Câmara de Beja
- Associação Trovadores de Beja - Tuna Universitária
de Beja
- Sociedade Filarmónica Capricho Bejense
- Arruaça - Associação Juvenil
- Grupo Coral e Instrumental Trigo Limpo
- Ideias em Comum - Associação Cultural
- Zarcos - Associação de Músicos de Beja
Agremiações desportivas
- Associação Cultural e Recreativa Zona Azul
- Associação de Patinagem do Alentejo
- Beja Atlético Clube
- Clube Desportivo de Beja
- Clube de Patinagem de Beja
- Clube de Radiomodelismo de Beja
- Despertar Sporting Clube
- Casa do Benfica de Beja
- Judo Clube de de Beja
- Centro de Cultura e Desporto do Bairro de Nª Sr.ª
da Conceição
- Clube Airsoft de Beja
- TTBAVENTURA - Clube de Todo Terreno e Bicicleta de
Beja
- CNB - Clube de Natação de Beja
- Beja Basket Clube (BBC)
Outras agremiações
* Associação de Motociclistas
Cristãos (CMA Beja)
- Agrupamento 641 do Corpo Nacional de Escutas
- Clube de Modelismo da Escola Mário Beirão
- Grupo 234 de Beja da Associação dos Escoteiros de
Portugal
- Grupo Motard de Beja
- Associação de Motociclistas Cristãos - CMA Chapter
de Beja
- NERBE/AEBAL-Associação Empresarial do Baixo
Alentejo e Litoral
Cáritas Diocesana de Beja
Bibliotecas
O concelho de Beja está dividido
em 12 freguesias:
·
Baleizão
·
Beringel
Orago: São Sisenando
Feriado municipal: Quinta-feira
de Ascensão
vvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvv
CASTRO VERDE
Castro Verde é uma vila portuguesa pertencente
ao Distrito de Beja, região do Alentejo e
sub-região do Baixo Alentejo, com cerca de 4 200
habitantes.
É sede de um município com
569,44 km² de área e 7 276 habitantes (2011),subdividido em 4 freguesias.
O município é limitado a norte pelos
municípios de Aljustrel e Beja, a este por Mértola, a sul por Almodôvar e
a oeste por Ourique.
Castro Verde está situado no Baixo Alentejo, na região do Alentejo, num
território conhecido como o Campo Branco. Uma grande parte
do território do município encontra-se dentro de uma zona da Rede
Natura 2000 da União
Europeia, representadas por uma Zona de Protecção Especial para as
espécies de aves estepárias ameaçadas como a abetarda e
o peneireiro-das-torres. As
fronteiras do município são marcadas nas bermas das estradas que conduzem até
aos limites do território com o emblema logotipo do
concelho - o marco do município - "Uma janela sobre a
planície".
Castro Verde recebeu a Carta
de Foral em 1510 por ordem do rei D. Manuel I. O ano de 2010 marcou o
500.º aniversário do foral.
| Orago | São Pedro |
| Feriado municipal | 29 de junho |
População
Número de habitantes
|
||||||||||||||
1864
|
1878
|
1890
|
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
6 920
|
7 923
|
7 901
|
7 712
|
9 340
|
10 120
|
11 112
|
12 747
|
12 428
|
11 637
|
9 004
|
7 472
|
7 762
|
7 603
|
7 276
|
Número de habitantes por Grupo Etário
|
||||||||||||
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
|
0-14 Anos
|
2 242
|
3 186
|
3 508
|
3 551
|
4 036
|
3 596
|
3 194
|
2 295
|
1 521
|
1 364
|
1 045
|
956
|
15-24 Anos
|
1 293
|
1 450
|
1 696
|
2 252
|
2 184
|
2 221
|
1 923
|
1 260
|
1 100
|
1 050
|
1 003
|
752
|
25-64 Anos
|
3 335
|
3 733
|
3 909
|
4 542
|
5 340
|
5 531
|
5 664
|
4 460
|
3 406
|
3 723
|
3 865
|
3 800
|
= ou > 65 Anos
|
397
|
535
|
483
|
503
|
697
|
790
|
856
|
1 080
|
1 445
|
1 625
|
1 690
|
1 768
|
> Id. desconh
|
5
|
16
|
45
|
20
|
14
|
|||||||
O concelho de Castro Verde está dividido em 4 freguesias:
Geografia
A região de Castro Verde é
constituída por extensas zonas de colinas, referidas como uma peneplanície que
varia em altitude de 100–300 m (300-900 pés) acima do nível do mar. Os vales
dos rios e os afloramentos quartzíticos, levantados pela erosão que
o vales do rios provocam,
o que tornam estes a níveis principais na região. A zona de Castro Verde
insere-se na Faixa Piritosa Ibérica que começa em Aljustrel,
prolongando-se pelo Baixo Alentejo e que se estende
até ao Sul de Espanha.
Esta faixa piritosa foi formada
há milhões de anos atrás, numa época em que Portugal estava
separado pelo mar do resto da Península Ibérica e colidiram com esta
causando uma série de eventos ligados ao vulcanismo activo e hidrotérmico,
levando à formação deste complexo vulcânico-sedimentário conhecido como a Faixa Piritosa Ibérica.
A actividade mineira nesta região
remonta há milhares de anos, com restos de estruturas de mineração que remontam
à época romana, quando a região teve um papel significativo na expansão da metalurgia
romana. Esta zona sul da Lusitânia,
foi uma província romana e, durante vários séculos
foi uma fonte abundante de minerais de minério em
que se incluem ouro, prata, cobre, estanho, chumbo e ferro.
Clima
O Oceano Atlântico tem pouca influência nesta
região, onde a chuva cai
principalmente no Outono e no Inverno,
característica de um clima mediterrânico Csa, segundo o
sistema de classificação climática de
Köppen-Geiger, sub-húmido,
com Verões quentes
e secos e Invernos húmidos e suaves. A precipitação total anual média é
de 589 mm.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
CUBA
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
CUBA
Cuba é uma vila portuguesa pertencente
ao Distrito de Beja, região do Alentejo e
sub-região do Baixo Alentejo, com cerca de 3 200
habitantes.
É sede de um município com
172,09 km² de área e 4 878 habitantes (2011) subdividido em
4 freguesias.
O município é limitado a norte pelo município de Portel,
a leste pela Vidigueira, a sul por Beja, a sudoeste por Ferreira do Alentejo, a oeste por Alvito e a
noroeste por Viana do Alentejo
História
Os inúmeros achados arqueológicos são testemunho da ocupação
do espaço onde actualmente se situa a Vila de Cuba desde a pré-história, sendo
também evidentes os vestígios de uma importante ocupação na época Romana.
Uma das teorias sobre a origem do topónimo "Cuba"
aponta para a tomada da povoação aos Árabes por parte das hostes deD.
Sancho II, tendo os soldados se deparado com a existência de inúmeras cubas
utilizadas no fabrico de vinho. Não sendo de descartar a hipótese que o nome
desta terra, derive do termo "Caaba", santuário sagrado de Meca,
Arábia. Da ocupação Árabe é testemunho um dos primeiros arruamentos abertos na
Vila, que ainda hoje se denomina como "Rua da Mouraria", sendo que
tal como noutras povoações, mesmo após a reconquista alguns habitantes Árabes
terão ficado a residir no território. O traçado dos arruamentos é, de resto,
indicativo da evolução histórica da Vila, denotando-se claramente o
desordenamento da zona de construção inicial, do qual faz parte a Rua da
Mouraria, a Rua Álvaro de Castellões e o Largo do Tribunal, entre outros
arruamentos, merecendo ainda destaque a toponímia atribuída a um pequeno
arruamento de acesso a este Largo, denominado como Travessa do Paço, numa
referência ao desaparecido Paço que o Infante D. Luís, Duque de Beja e filho do
Rei D. Manuel I, possuía em Cuba, e onde o Rei D. Sebastião terá jantado em
1573, quando viajava de Évora para Beja. Por outro lado, verifica-se também a
existência de zonas de nítida influência Pombalina, com arruamentos de traçado
rectilíneo, sendo essa influência acentuada por algumas denominações, comuns à
Baixa Pombalina de Lisboa, como a Rua Augusta e a Rua do Carmo.
No reinado de Dona Maria I, por alvará de 18 de Dezembro de
1782, Cuba foi elevada à categoria de vila e sede de concelho.
Em Cuba viveu e veio a falecer, em 1911, o grande escritor
português Fialho de Almeida, encontrando-se no cemitério
local um monumento funerário que alude a uma das suas maiores obras, "Os
Gatos", bem como uma placa comemorativa na casa onde o escritor residiu,
numa das artérias da Vila, e uma lápide na Quinta da Graciosa, uma das antigas
propriedades da família do escritor, localizada próximo de Cuba.
Em 2006, foi inaugurada na Vila uma estátua da autoria de Alberto Trindade em
homenagem ao descobridor oficial da América, Cristóvão Colombo, no mesmo dia (28 de Outubro)
em que o navegador terá aportado à ilha de Cuba em 1492.
Segundo a tese defendida pelo historiador português Mascarenhas Barreto ("Colombo
Português: Provas Documentais"), o ilustre almirante teria nascido em Cuba,
em 1448, como filho ilegítimo do Infante Dom
Fernando, duque de Viseu e de Beja, e da indocumentada "Isabel Zarco". O nome de
Colombo em castelhano, "Cristóbal Colón" seria um seu pseudónimo e
código de guerra (CC seria espião ao serviço de D. João
II), sendo o seu verdadeiro nome um indocumentado Salvador
Fernandes Zarco, alegado neto materno ilegítimo do navegador João Gonçalves Zarco.
População
Número de habitantes
|
||||||||||||||
1864
|
1878
|
1890
|
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
5 969
|
6 077
|
6 025
|
6 103
|
6 856
|
7 310
|
8 054
|
8 404
|
8 278
|
7 554
|
6 048
|
5 740
|
5 494
|
4 994
|
4 878
|
Número de habitantes por Grupo Etário
|
||||||||||||
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
|
0-14 Anos
|
1 787
|
2 232
|
2 383
|
2 420
|
2 411
|
2 222
|
1 782
|
1 235
|
1 084
|
935
|
700
|
637
|
15-24 Anos
|
1 092
|
1 103
|
1 351
|
1 588
|
1 438
|
1 393
|
1 221
|
815
|
830
|
677
|
636
|
530
|
25-64 Anos
|
2 876
|
3 003
|
3 122
|
3 492
|
3 900
|
4 011
|
3 880
|
3 050
|
2 805
|
2 646
|
2 384
|
2 467
|
= ou > 65 Anos
|
362
|
432
|
406
|
495
|
559
|
616
|
671
|
800
|
1 021
|
1 236
|
1 274
|
1 244
|
> Id. desconh
|
2
|
19
|
43
|
0
|
15
|
|||||||
Freguesias
O concelho de Cuba está dividido em 4 freguesias
Património
- Igreja de São Vicente
- Ponte de Vila Ruiva ou Ponte romana sobre a
ribeira de Odivelas
- Barragem romana de
Nossa Senhora da Represa
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
FERREIRA DO ALENTEJO
Ferreira do Alentejo é
uma vila portuguesa pertencente
ao Distrito de Beja, região do Alentejo e
sub-região do Baixo Alentejo, com cerca de 3 700
habitantes.
É sede de um município com
648,25 km² de área e
8 255 habitantes (2011), subdividido em 4 freguesias. O
município é limitado a norte pelos municípios de Alcácer
do Sal e do Alvito, a leste por Cuba e
por Beja, a
sul por Aljustrel,
a sudoeste por Santiago do Cacém e a oeste por Grândola.
População
Número de habitantes
|
||||||||||||||
1864
|
1878
|
1890
|
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
5 895
|
7 031
|
8 104
|
8 401
|
9 787
|
10 115
|
12 472
|
14 576
|
15 637
|
14 894
|
11 223
|
11 244
|
10 075
|
9 010
|
8 255
|
Número de habitantes por
Grupo Etário
|
||||||||||||
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
|
0-14 Anos
|
2 670
|
3 477
|
3 473
|
4 005
|
4 673
|
4 603
|
3 806
|
2 580
|
2 352
|
1 841
|
1 156
|
1 012
|
15-24 Anos
|
1 582
|
1 576
|
2 057
|
2 541
|
2 598
|
2 863
|
2 520
|
1 550
|
1 615
|
1 336
|
1 179
|
777
|
25-64 Anos
|
3 684
|
4 148
|
4 025
|
5 156
|
6 297
|
7 124
|
7 464
|
5 840
|
5 443
|
4 938
|
4 430
|
4 256
|
= ou > 65 Anos
|
437
|
492
|
488
|
679
|
833
|
996
|
1 104
|
1 255
|
1 834
|
1 960
|
2 245
|
2 210
|
> Id. desconh
|
10
|
7
|
76
|
28
|
37
|
|||||||
Freguesias
As freguesias de Ferreira do
Alentejo são as seguintes:
Mértola é uma vila raiana portuguesa do distrito
de Beja, região do Alentejo e sub-região do Baixo Alentejo, com mais de 2 000
habitantes. A vila encontra-se situada numa elevação na margem direita do rio
Guadiana, imediatamente a montante da confluência da ribeira
de Oeiras.
É sede do sexto município mais extenso de Portugal, com
1 292,87 km² de área[ e 7 274 habitantes (2011), subdividido
em 7 freguesias. O
município é limitado a norte pelos municípios de Beja e de Serpa, a leste pela Espanha, a sul
por Alcoutime
a oeste por Almodôvar e por Castro
Verde.
A vila de Mértola é conhecida pela mina de São Domingos.
População
Mértola é o segundo concelho do país com menos habitantes
por quilómetro quadrado.
Número de habitantes
|
||||||||||||||
1864
|
1878
|
1890
|
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
16 004
|
17 152
|
19 674
|
18 910
|
22 997
|
21 185
|
26 310
|
29 218
|
29 353
|
26 026
|
14 310
|
11 693
|
9 805
|
8 712
|
7 274
|
No censo de 1864 o lugar de Via Glória surge como
freguesia autónoma. Por decreto de 19/05/1877 o concelho de Mértola passou a
integrar a freguesia de São Pedro de Solis, que até aí fazia parte do concelho
de Almodôvar.
Número de habitantes por Grupo Etário
|
||||||||||||
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
|
0-14 Anos
|
5 998
|
7 490
|
7 185
|
8 386
|
9 503
|
8 572
|
7 262
|
3 130
|
2 244
|
1 497
|
1 005
|
665
|
15-24 Anos
|
3 674
|
4 233
|
3 662
|
5 139
|
5 211
|
5 254
|
4 120
|
1 825
|
1 552
|
1 254
|
949
|
647
|
25-64 Anos
|
8 082
|
9 541
|
8 587
|
10 815
|
12 575
|
13 014
|
12 553
|
7 275
|
5 291
|
4 423
|
3 938
|
3 449
|
= ou > 65 Anos
|
792
|
990
|
983
|
1 133
|
1 500
|
1 987
|
2 091
|
2 155
|
2 606
|
2 631
|
2 820
|
2 513
|
> Id. desconh
|
30
|
55
|
109
|
39
|
59
|
|||||||
Freguesias
O concelho de Mértola está dividido em 7 freguesias:
- Alcaria
Ruiva
- Corte
do Pinto
- Espírito Santo
- Mértola
- Santana de Cambas
- São João dos Caldeireiros
- São
Miguel do Pinheiro, São Pedro de Solis e São Sebastião dos Carros
História
Denominada Mírtilis Júlia (em latim: Myrtilis/Mirtylis Iulia) após a invasão romana da península Ibérica,
seguiu-se-lhe a ocupação pelos Visigodos.
Após a invasão muçulmana da península
Ibérica passou a ser denominada como Martulá (Mārtulah).
Constituía-se em um importante porto fluvial, erguendo-se o
seu castelo em posição dominante sobre aquele trecho do rio
Guadiana. A sua importância era tal que, durante um curto período no século
XI, foi capital de um pequeno emirado islâmico independente, a Taifa de Mértola.
À época da Reconquista cristã da
península, só veio a ser conquistada no reinado de Sancho II de Portugal, por forças sob o
comando do comendador da Ordem
de Santiago, Paio Peres Correia, em 1238.
Património edificado
- Castelo de Mértola
- Igreja Matriz de Mértola
- Ponte de Mértola (Torre do Rio)
- Campo Arqueológico de Mértola
- Museu
Municipal de Mértola - Núcleo islâmico
- Casa
Romana
- Casa
do Mineiro - Centro de Documentação
| Feriado municipal | 24 de Junho |
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
MOURA
Moura é uma cidade raiana portuguesa pertencente
ao Distrito de Beja, região do Alentejo e
sub-região do Baixo Alentejo, com cerca de 11.000
habitantes
É sede de um município com
958,46 km² de área e 15 167 habitantes (2011), subdividido
em 5 freguesias.] O
município é limitado a norte pelo município de Mourão, a
leste por Barrancos, a leste e sul pela Espanha, a
sudoeste por Serpa e
a oeste pela Vidigueira, Portel e Reguengos de Monsaraz.
População
Número de habitantes
|
||||||||||||||
1864
|
1878
|
1890
|
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
13 727
|
15 241
|
16 367
|
17 417
|
20 528
|
21 276
|
23 753
|
27 582
|
30 584
|
29 106
|
21 342
|
19 772
|
17 549
|
16 590
|
15 167
|
Por decreto de 13/01/1898 deixaram de pertencer a este
concelho as freguesias de Pias e Orada e Vale de Vargo, que passaram a fazer
parte do concelho de Serpa
Número de habitantes por Grupo Etário
|
||||||||||||
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
|
0-14 Anos
|
5 780
|
7 019
|
7 179
|
7 333
|
8 180
|
8 104
|
7 397
|
5 525
|
4 413
|
3 309
|
2 546
|
2 402
|
15-24 Anos
|
3 362
|
3 535
|
4 105
|
4 780
|
5 012
|
5 611
|
4 777
|
3 115
|
2 832
|
2 478
|
2 206
|
1 640
|
25-64 Anos
|
7 436
|
8 417
|
8 874
|
10 252
|
12 411
|
14 478
|
14 471
|
10 990
|
9 190
|
8 175
|
8 128
|
7 549
|
= ou > 65 Anos
|
668
|
890
|
1 117
|
1 323
|
1 686
|
2 171
|
2 461
|
2 585
|
3 337
|
3 587
|
3 710
|
3 576
|
> Id. desconh
|
8
|
16
|
128
|
35
|
48
|
|||||||
Freguesias
As freguesias do concelho de Moura são as seguintes:
- Amareleja
- Moura
(Santo Agostinho e São João Baptista) e Santo Amador
- Póvoa de São Miguel
- Safara e Santo Aleixo da
Restauração
- Sobral da Adiça
Economia
O sector primário emprega 19,75% da população residente,
devido maioritariamente à olivicultura,
sendo o azeite da Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos uma
DOP (denominação de origem protegida).
História
Regimento de cavalaria de Moura, em 1783.
Durante a ocupação romana da Península Ibérica, chamar-se-ia Arucci ou Nova
Civitas Aruccitana. As invasões muçulmanas renomearam-na para Al-Manijah.
A designação actual de Moura surge ligada à Lenda da Moura Salúquia. Foi conquistada
pela primeira vez em 1166 pelos irmãos D. Pedro e D. Álvaro Rodrigues e
perdida quase de seguida. Foi, ainda em 1166, conquistada por Geraldo O
Sem-Pavor, tendo depois disso e até ao reinado de D. Dinis, sido perdida e
reconquistada mais quatro vezes. Só foi definitivamente conquistada em 1295 no reinado
de D. Dinis.
Recebeu foral de D.
Dinis em 1295.
D. Manuel I concedeu-lhe foral novo em 1512. Em 1554 recebeu o título de Notável
Vila de Moura, das mãos de João III de Portugal.
A proximidade da fronteira espanhola fez
com que nas suas cercanias se edificassem postos de vigia ou atalaias,
colocados em pontos elevados estratégicos, constituídos por construções
troncopiramidais de altura razoável e de difícil acesso, que foram postos à
prova durante a Guerra da Restauração e a Guerra da Sucessão.
Em 1707, o duque
de Ossuna cercou Moura e só em 1709 é que se viu
definitivamente livre do ocupante espanhol que
antes de se retirar destruiu as fortificações.
Foi em Moura que viveu Tiago Moura de Portugal, uma
personagem importantíssima na história da cidade visto que liderou o exército
que expulsou definitivamente os espanhóis aquando da sua ocupação.
Património
Igreja de Nossa Senhora da Estrela, Póvoa de São Miguel.
Principal património edificado do concelho:
- Igreja Matriz de Póvoa de São
Miguel
- Igreja de Nossa Senhora da
Estrela
- Castro da Azougada
- Igreja de São João Baptista
- Igreja de Santo Agostinho
- Igreja de Santo Aleixo
- Igreja Paroquial de Safara
- Igreja de São Francisco e Convento de São Francisco
- Ponte romana sobre o rio Brenhas
- Castelo de Moura (inclui o Convento das
freiras Dominicanas e o edifício da Antiga Câmara
Municipal (Moura))
- Edifício
dos Quartéis de Moura
- Igreja de São Pedro (actualmente Museu
Municipal de Arte Sacra de Moura)
- Convento do Carmo
- Mouraria
- Pedra das Antas e Anta das Pedras
Tanchadas (galerias dolménicas na Herdade da Negrita)
- Atalaia
Magra
- Lagar de Varas de Fojo
- Igreja de Nossa Senhora da
Estrela
- Outeiro dos Castelos
- Convento da Tomina
Cultura
Turismo
Locais de interesse diversos:
- Herdade da Contenda
- Estabelecimento Termal
- Moinhos da Barca
- Barragem de Alqueva
- Museu
do Azeite - Lagar de Varas do Fojo, na Rua São João de Deus
HHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
OURIQUE
Ourique é uma vila portuguesa pertencente
ao Distrito de Beja, região do Alentejo e
sub-região do Baixo Alentejo, com menos de 2 000
habitantes.
É sede de um município com
663,31 km² de área e 5 389 habitantes (2011), subdividido
em 4 freguesias.
O município é limitado a norte pelos municípios de Santiago do Cacém e Aljustrel, a
leste por Castro Verde e Almodôvar,
a sul por Silves e a oeste por Odemira.
População
Número de habitantes
|
||||||||||||||
1864
|
1878
|
1890
|
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
7 850
|
8 197
|
9 165
|
9 143
|
10 664
|
11 905
|
14 014
|
16 356
|
16 686
|
15 002
|
9 514
|
7 969
|
6 597
|
6 199
|
5 389
|
Por decreto de 26/06/1875 a freguesia de Santa Luzia, que
fazia parte do concelho de Odemira, passou para o concelho de Ourique. Por
decreto de 17/08/1889 a freguesia de S. Martinho das Amoreiras, do concelho de
Ourique, passou a fazer parte do concelho de Odemira. (Fonte:INE)
Número de habitantes por Grupo Etário
|
||||||||||||
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
|
0-14 Anos
|
3 130
|
3 955
|
4 398
|
4 890
|
5 407
|
5 185
|
4 187
|
2 200
|
1 592
|
964
|
656
|
550
|
15-24 Anos
|
1 749
|
2 049
|
2 140
|
2 903
|
3 101
|
2 965
|
2 644
|
1 135
|
1 052
|
820
|
679
|
435
|
25-64 Anos
|
4 024
|
4 590
|
4 583
|
5 621
|
6 803
|
7 233
|
7 142
|
4 665
|
3 844
|
3 205
|
2 978
|
2 645
|
= ou > 65 Anos
|
390
|
454
|
509
|
541
|
734
|
941
|
1 029
|
1 125
|
1 481
|
1 608
|
1 886
|
1 759
|
> Id. desconh
|
8
|
11
|
5
|
7
|
44
|
|||||||
Freguesias
O concelho de Ourique está dividido em 4 freguesias:
Património
EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
SERPA
Serpa é uma cidade raiana
portuguesa pertencente ao Distrito de Beja, região do Alentejo e sub-região do
Baixo Alentejo, com cerca de 5 000 habitantes.
É sede de um dos mais extensos
municípios de Portugal, com 1 105,63 km² de área e 15 623 habitantes (2011),
subdividido em 5 freguesias. O município é limitado a norte pelo município da
Vidigueira, a nordeste por Moura, a leste pela Espanha, a sul por Mértola e a
oeste por Beja.
Etimologia
Na heráldica portuguesa
encontram-se serpes, entre outros a de Serpa (em cuja descrição heráldica
aparece a designação de "serpe") representada no brasão da cidade. A
Serpe, também conhecida pela muito usada designação inglesa wyvern (ou wivern,
derivado da palavra francesa wivre, víbora), semelhante a um dragão, mas de
dimensões distintas é muito encontrado na heráldica medieval.
História
Serpa já era povoada antes do
domínio dos Romanos, contudo foram estes que fomentaram o desenvolvimento do
concelho, em especial a nível agrícola. Em 1166 foi conquistada aos Mouros por
D. Afonso Henriques, tendo sido perdida por várias vezes nas constantes lutas
da Reconquista.
Foi definitivamente constituída
como concelho por D. Dinis, que também mandou reconstruir o seu castelo e
cercar Serpa por uma cintura de muralhas, em 1295.
Em 1512 D. Manuel I fez de Serpa
uma boa cidade.
A sua localização, próxima da
fronteira espanhola, acarretou graves problemas para o desenvolvimento deste
concelho. Com as guerras da Restauração, Serpa ficou quase completamente
destruída, nomeadamente a sua fortaleza.
Serpa foi elevada à categoria de
cidade através da Lei n.º 71/2003, de 26 de Agosto
População
Número de habitantes
|
|||||||||||||||||
1864
|
1878
|
1890
|
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
|||
14 299
|
15 354
|
16 699
|
17 357
|
20 703
|
22 029
|
29 445
|
32 965
|
35 007
|
32 476
|
23 872
|
20 784
|
17 915
|
16 723
|
15 623
|
|||
No censo de 1864 os lugares
de Santa Ana, Santa Iria, Santo António Velho e São Brás surgem como
freguesias autónomas. Por decreto de 13/01/1898 as freguesias de Pias e Vale
de Vargo, que pertenciam ao concelho de Moura, passaram para o concelho de
Serpa.Número de habitantes por Grupo Etário
|
|||||||||||||||||
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
||||||
0-14 Anos
|
5 818
|
7 201
|
7 519
|
9 329
|
10 587
|
10 348
|
9 096
|
6 290
|
4 508
|
3 013
|
2 316
|
1 953
|
|||||
15-24 Anos
|
3 320
|
3 721
|
4 357
|
5 917
|
6 065
|
6 659
|
5 345
|
3 175
|
3 287
|
2 510
|
2 073
|
1 647
|
|||||
25-64 Anos
|
7 687
|
8 637
|
9 307
|
12 508
|
14 305
|
15 552
|
15 564
|
11 890
|
9 668
|
8 736
|
8 263
|
7 986
|
|||||
= ou > 65 Anos
|
820
|
1 098
|
1 069
|
1 560
|
1 853
|
2 116
|
2 471
|
2 595
|
3 321
|
3 656
|
4 071
|
4 037
|
|||||
> Id. desconh
|
13
|
30
|
66
|
30
|
50
|
||||||||||||
Freguesias
O concelho de Serpa está dividido
em 5 freguesias:
- Brinches
- Pias
- Serpa (Salvador e Santa Maria)
- Vila Nova de São Bento e
Vale de Vargo
- Vila Verde de Ficalho
Economia
Apesar de Serpa ser um centro
administrativo, neste concelho predominam as actividades ligadas ao sector primário, seguidas das do secundário, com a indústria ligada
à olaria e
à cerâmica,
e só depois as do sector terciário, com algum pequeno comércio e
alguns serviços ligados ao turismo.
A elevada percentagem de área
agrícola (cerca de 59%) do concelho destina-se aos cultivos de cereais para
grão, de prados temporários e de culturas forrageiras, de culturas industriais,
de pousio,
do olival,
de prados e de pastagens permanentes.
A pecuária regista
também alguma importância, nomeadamente na criação de ovinos, aves e suínos.
A 27 de
Abril de 2006 a GE Energy Financial Services, a PowerLight Corporation
e a Catavento Lda anunciaram que vão construir o maior projecto de energia solar fotovoltaicado Mundo. A
nova unidade de produção de energia solar de 11-megawatts inclui 52 000 módulos
fotovoltaicos foi construída num único local em Serpa, numa das áreas de maior
exposição solar da Europa.
Produzirá 40% mais que a segunda
maior instalação do mundo, na Alemanha,
devendo produzir energia suficiente para oito mil casas e também prevenir a
emissão de trinta mil toneladas de gases de efeito
estufa por ano.
Património
- Castelo de Serpa
- Igreja de Santa Maria
- Ermida de Santa Luzia
- Palácio dos Condes de Ficalho
- Museu do Relógio (Serpa)
- Museu Arqueológico
Equipamentos
- Hospital de São Paulo,
na Travessa de São Paulo
.
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
VIDIGUEIRA
Vidigueira é uma vila portuguesa pertencente
ao Distrito de Beja, região do Alentejo e
sub-região do Baixo Alentejo, com cerca de 2 750
habitantes.
É sede de um município com
316,61 km² de área e 5 932 habitantes (2011), subdividido
em 4 freguesias. O
município é limitado a norte pelo município de Portel,
a leste por Moura,
a sueste por Serpa,
a sul por Beja e
a oeste por Cuba.
População
Número de habitantes
|
||||||||||||||
1864
|
1878
|
1890
|
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
7 442
|
8 054
|
8 304
|
8 813
|
9 041
|
8 888
|
10 621
|
11 047
|
11 252
|
10 594
|
8 243
|
7 405
|
6 305
|
6 188
|
5 932
|
Número de habitantes por Grupo Etário
|
||||||||||||
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
|
0-14 Anos
|
2 649
|
2 788
|
2 524
|
3 064
|
2 997
|
2 895
|
2 551
|
2 035
|
1 417
|
1 063
|
908
|
818
|
15-24 Anos
|
1 592
|
1 538
|
1 565
|
1 994
|
2 112
|
1 948
|
1 605
|
930
|
1 060
|
756
|
749
|
696
|
25-64 Anos
|
3 792
|
4 017
|
3 785
|
4 721
|
4 948
|
5 345
|
5 352
|
4 120
|
3 558
|
3 085
|
2 919
|
2 963
|
= ou > 65 Anos
|
503
|
591
|
522
|
698
|
860
|
880
|
1 086
|
1 145
|
1 370
|
1 401
|
1 612
|
1 455
|
> Id. desconh
|
6
|
18
|
42
|
18
|
40
|
|||||||
Freguesias do concelho da Vidigueira.
O concelho da Vidigueira está dividido em 4 freguesias:
Património
Equipamentos
Escola
Profissional da Vidigueira, na Estrada da Circunvalação
Produtos locais e
gastronomia
Os principais produtos locais da Vidigueira são os vinhos da
sub-região vitivinícola de Vidigueira, em especial os brancos e a casta Antão
Vaz, e o azeite.
NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN
CONCELHOS DO ALENTEJO LITORAL
ALCÁCER DO SAL
História
Alcácer do Sal é uma das mais antigas cidades da Europa, fundada
antes de 1000 a.C.pelos fenicios.
Assim como as vizinhas e também fenícias Lisboa e Setúbal,
fornecia sal,peixe salgado, cavalos para
exportação e alimentos para os barcos que comerciavam estanho com a Cornualha.
Mais tarde com a invasão visigótica voltou
a tomar importância, sendo sede episcopal, invadida pelos árabes tomou o
nome de Qasr Abu Danis, sendo aí construído uma das fortalezas mais fortes da
península, os vikings tentaram saqueá-la mas sem sucesso.
Durante o domínio árabe foi
capital da província de Al-Kassr. D. Afonso Henriquesconquistou-a em 1158. Reconquistada
pelos mouros, só no reinado de D. Afonso II, e com o auxílio de uma frota de cruzados, a
cidade foi definitivamente conquistada, tornando-se cabeça da Ordem
de Santiago.
Esta localidade foi elevada a cidade a 12
de Julho de 1997.
Alcácer do Sal é a localidade onde nasceu, em 1502, o
matemático Pedro Nunes e, em 1901, o cavaleiro tauromáquico João Branco Núncio.
População
Número
de habitantes
|
||||||||||||||
1864
|
1878
|
1890
|
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
9 193
|
9 271
|
9 434
|
9 606
|
12 524
|
12 735
|
17 596
|
21 425
|
22 247
|
22 167
|
17 265
|
16 370
|
14 512
|
14 287
|
13 046
|
Número
de habitantes por Grupo Etário
|
||||||||||||
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
|
0-14 Anos
|
3 180
|
4 371
|
4 344
|
5 946
|
7 964
|
7 227
|
6 657
|
3 815
|
3 458
|
2 629
|
1 841
|
1 685
|
15-24 Anos
|
2 199
|
2 566
|
2 720
|
3 850
|
4 252
|
4 593
|
4 050
|
3 125
|
2 353
|
1 971
|
1 946
|
1 226
|
25-64 Anos
|
4 638
|
5 368
|
5 146
|
7 036
|
8 998
|
9 456
|
10 160
|
8 760
|
8 258
|
7 456
|
7 365
|
6 855
|
= ou > 65 Anos
|
357
|
453
|
481
|
522
|
763
|
935
|
1 300
|
1 565
|
2 301
|
2 456
|
3 135
|
3 280
|
> Id. desconh
|
27
|
54
|
114
|
56
|
83
|
|||||||
Freguesias
O concelho de Alcácer do Sal está dividido em 4 freguesias:
- Alcácer
do Sal (Santa Maria do Castelo e Santiago) e Santa Susana (a mais
extensa freguesia portuguesa)
- Comporta
- São Martinho
- Torrão
Economia
Alcácer do Sal é o concelho líder na produção de pinhão. O Alentejo produz
67% das pinhas nacionais e 15% das pinhas mundiais, segundo dados de 2013 da
União da Floresta Mediterrânica (UNAC).
Património
A ponte rodoviária da EN253 sobre o Sado em Alcácer
do Sal. Originalmente estava integrada no Ramal
do Seixal, como Ponte ferroviária do
Seixal sobre a Ribeira de Coina
- Castelo de Alcácer do Sal
- Estação
arqueológica do Senhor dos Mártires
Museus
- Museu
do Arroz
- Museu
Municipal de Arqueologia Pedro Nunes
UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU
GRÂNDOLA
Grândola é uma vila portuguesa no Distrito de Setúbal, região (NUTS II) do Alentejo e
sub-região (NUTS III) do Alentejo
Litoral, com cerca de 6 800 habitantes.
É
sede de um município com 825,94 km² de área e
14 826 habitantes (2011), subdividido em 4 freguesias. O
município é limitado a norte pelo município de Alcácer
do Sal, a leste por Ferreira do Alentejo, a sul por Santiago do Cacém, a oeste pelooceano Atlântico e a noroeste, através do Estuário do Sado, por Setúbal.
População
Número de habitantes
|
||||||||||||||
1864
|
1878
|
1890
|
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
5 553
|
6 230
|
6 887
|
7 539
|
10 011
|
11 081
|
13 370
|
17 699
|
21 375
|
21 060
|
15 525
|
16 042
|
13 767
|
14 901
|
14 826
|
Número de habitantes por Grupo Etário
|
||||||||||||
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
|
0-14 Anos
|
2 767
|
3 588
|
4 114
|
5 011
|
6 729
|
6 779
|
5 527
|
2 890
|
3 105
|
2 322
|
1 810
|
1 837
|
15-24 Anos
|
1 492
|
1 907
|
2 190
|
2 720
|
3 125
|
4 203
|
3 830
|
2 290
|
2 079
|
1 635
|
1 808
|
1 304
|
25-64 Anos
|
3 308
|
4 440
|
4 307
|
5 405
|
6 986
|
9 227
|
10 341
|
8 640
|
8 570
|
7 201
|
7 669
|
7 897
|
= ou > 65 Anos
|
192
|
292
|
515
|
520
|
691
|
1 007
|
1 362
|
1 705
|
2 288
|
2 609
|
3 614
|
3 788
|
> Id. desconh
|
42
|
21
|
33
|
21
|
35
|
|||||||
Freguesias
O concelho de Grândola está dividido em 4 freguesias:
Património
Arte pública
- Memorial ao 25 de Abril
- Monumento à Liberdade
- Monumento a José
Afonso
- Monumento aos
Poetas Populares
Classificado pelo IPPAR
- Ruínas romanas de Troia
- Igreja Matriz de
Grândola
- Necrópole
de cistas das Casas Velhas
- Dólmen da Pedra Branca
- Monumento
megalítico da Pata do Cavalo ou Monte das Boiças 1
- Monumento megalítico do Lousal
- Barragem
romana do Pego da Moura ou Barragem do Pego da Mina
- Cerrado do Castelo
DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD
ODEMIRA
Odemira é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Beja, região do Alentejo e sub-região do Alentejo Litoral, com cerca de 2 832 habitantes (2015 INE).
É sede do maior município português em extensão territorial, com 1 720,60 km² de área mas apenas 22 536 habitantes (2015 INE), subdividido em 13 freguesias. O município é limitado a nordeste pelo município de Sines, a norte por Santiago do Cacém, a leste por Ourique, a sudeste por Silves, a sul por Monchique, a sudoeste por Aljezur e a oeste tem litoral no oceano Atlântico. O limite sudoeste, com o concelho de Aljezur, é marcado pela Ribeira de Seixe. A faixa litoral do município e o vale do Mira até à vila de Odemira faz parte do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina. O concelho é atravessado pela Linha do Sul.
Um filho de Odemira distinguiu-se no campo do Xadrez: Damião de Odemira, boticário e autor do 1º Tratado de Xadrez conhecido.
Tem também como slogan "Odemira, Alentejo singular".
População
Número de habitantes
| ||||||||||||||
1864
|
1878
|
1890
|
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
17 136
|
18 098
|
19 386
|
20 489
|
23 883
|
27 697
|
32 541
|
40 513
|
44 050
|
43 999
|
33 068
|
29 463
|
26 418
|
26 106
|
26 066
|
Por decreto de 21/09/1875, a freguesia de Cercal, deste concelho, passou a fazer parte do concelho de Santiago do Cacém. Por decreto lei de 26/06/1875 a freguesia de Santa Luzia, deste concelho, passou a fazer parte do concelho de Ourique
Número de habitantes por Grupo Etário
| ||||||||||||
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
| |
0-14 Anos
|
7 325
|
8 853
|
10 382
|
12 061
|
14 691
|
14 012
|
12 491
|
7 840
|
5 800
|
4 381
|
3 370
|
3 162
|
15-24 Anos
|
3 748
|
4 285
|
5 054
|
6 395
|
7 217
|
8 374
|
7 982
|
5 030
|
4 165
|
3 146
|
3 109
|
2 427
|
25-64 Anos
|
8 647
|
9 851
|
10 812
|
13 037
|
16 257
|
18 620
|
20 878
|
17 355
|
14 838
|
13 656
|
13 131
|
13 642
|
= ou > 65 Anos
|
674
|
1 013
|
1 080
|
1 173
|
1 756
|
2 067
|
2 648
|
3 010
|
4 660
|
5 235
|
6 496
|
6 835
|
> Id. desconh
|
14
|
108
|
176
|
39
|
121
| |||||||
Freguesias
O concelho de Odemira está dividido em 13 freguesias:
- Boavista dos Pinheiros
- Colos
- Longueira / Almograve
- Luzianes-Gare
- Relíquias
- Saboia
- Santa Clara-a-Velha
- São Luís
- São Martinho das Amoreiras
- São Salvador e Santa Maria (Odemira)
- São Teotónio
- Vale de Santiago
- Vila Nova de Milfontes
Economia
No início do século XXI, os grandes produtores mundiais de frutos vermelhos descobriram no sudoeste alentejano um clima excelente para a cultura intensiva de frutos vermelhos. Solos arenosos, muita água, graças ao Perímetro de Rega do Mira. Atualmente só na freguesia de São Teotónio, as zonas de cultivo já rondam os 1100 hectares, com tendência expansionista.
Em breve Portugal será o maior produtor de frutos vermelhos da Europa. E um dos maiores do mundo.
Em 2014, a exportação da framboesa apresentou lucros de 64 milhões de euros. Sendo que 90 por cento da framboesa produzida em Portugal é deste concelho
Património
- Ponte D. Maria ou Ponte de Santa Clara-a-Velha
- Muralhas do Antigo Castelo de Odemira (troços existentes)
- Forte de São Clemente
Actividades Desportivas
- Clube BTT Odemira
- Sport Clube Odemirense
- Clube Fluvial Odemirense
- Piscinas Municipais com várias classes de natação
- Ginásio no complexo das piscinas que permite e prática de CardioFitness e Musculação
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
SANTIAGO DO CACÉM
Santiago do Cacém é uma cidade portuguesa no Distrito de Setúbal, região do Alentejo e
sub-região do Alentejo Litoral, com uma população residente de 6
403 habitantes (2015 INE). O seu nome deriva do Governador Mouro Kassim e
da Ordem de Santiago.
É sede de um dos maiores municípios de
Portugal, com 1 059,77 km² de área e 29 749 habitantes (2015 INE),
subdividido em 8 freguesias. O município é limitado a norte pelo termo de Grândola,
a nordeste por Ferreira do Alentejo, a leste por Aljustrel, a
sul por Ourique e Odemira e a
oeste por Sines e
tem litoral no oceano Atlântico. É o único município de todo o
Alentejo que contém 2 cidades dentro do seu termo. Mais interessante se torna o
facto de possuir também 3 vilas.
População
Número de habitantes
|
||||||||||||||
1864
|
1878
|
1890
|
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
10 951
|
11 918
|
13 304
|
14 588
|
18 158
|
19 799
|
25 878
|
32 052
|
36 056
|
33 579
|
26 275
|
29 191
|
31 475
|
31 105
|
29 749
|
Número de habitantes por Grupo Etário
|
||||||||||||
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
|
0-14 Anos
|
6 501
|
8 502
|
7 094
|
9 441
|
12 752
|
11 532
|
9 080
|
5 635
|
6 131
|
6 205
|
3 973
|
3 661
|
15-24 Anos
|
3 348
|
4 057
|
3 670
|
5 771
|
5 354
|
6 930
|
6 128
|
3 915
|
4 170
|
3 973
|
4 467
|
2 687
|
25-64 Anos
|
8 157
|
9 483
|
8 168
|
9 896
|
12 268
|
15 165
|
16 241
|
13 800
|
14 904
|
16 585
|
16 386
|
16 365
|
= ou > 65 Anos
|
666
|
955
|
787
|
1 025
|
1 429
|
1 800
|
2 130
|
2 925
|
3 986
|
4 712
|
6 279
|
7 036
|
> Id. desconh
|
53
|
68
|
73
|
39
|
53
|
|||||||
Freguesias
As freguesias de Santiago de Cacém são as oito seguintes:
- Santiago
do Cacém, Santa Cruz e São Bartolomeu da Serra
- São Domingos e Vale de Água
- Abela
- Alvalade
- Cercal
- Ermidas-Sado
- Santo André
- São Francisco da Serra
Previamente à reforma administrativa de 2013, as freguesias
de Santiago do Cacém eram as seguintes:
- Abela
- Alvalade (vila desde 1510) -
foi sede de concelho desde aí até 1836
- Cercal do Alentejo (vila desde 1991) -
foi também vila e sede de concelho entre 1836 e 1855
- Ermidas-Sado -
(vila desde 2001) -
foi criada a partir da divisão da freguesia de Alvalade em 1953
- Santa Cruz
- Santiago do Cacém (cidade
desde 1991) -
foi vila com foral desde 1186, confirmado em 1512
- São Bartolomeu da Serra
- São Domingos
- São Francisco da Serra
- Vale
de Água - criada em 1997 a partir da divisão da freguesia de
São Domingos
- Vila Nova de Santo André -
em 1991 elevada a vila e cidade desde 2003
- A
cidade de Vila Nova de Santo André que só recentemente tomou a
capitalidade da freguesia, não corresponde à antiga aldeia ainda existente
(204 habitantes segundo o INE): a povoação original dista 3 quilómetros do austero
núcleo urbano criado nos anos 70 num antigo pinhal. A nova urbe que
até 1991 não
tinha sequer categoria ou existência regulamentada, é uma ilha urbana
isolada com características de arredor metropolitano implantada em plena
zona rural alentejana, predominantemente constituída por ex-colonos
retornados do Ultramar Português que não possuíam raízes na região, na sua
maioria trabalhadores qualificados. Foi inicialmente pensada para 100.000
habitantes, criada de raíz para servir de cidade-dormitório ao Complexo
Industrial de Sines. A antiga povoação matriz (Santo André) é muitas vezes
denominada de Aldeia de Santo André, rectroactiva e informalmente, para
evitar uma confusão de nomes.
Cultura
Arqueologia
- Estação
Arqueológica de Miróbriga
Museus
- Museu
Municipal de Santiago do Cacém
Instituições
- Sociedade Harmonia,
fundada em 1 de Dezembro de 1847.
- Coral
Harmonia, fundado em 1936 com o nome de Orfeão Miróbriga
- Sociedade
Recreativa Filarmónica União Artística, fundada a 12 de Dezembro de 1897
Património edificado
- Castelo de Santiago do Cacém
- Ponte medieval de Alvalade
- Área
do Castelo Velho com as ruínas da cidade
romana Miróbriga
- Igreja de Santiago ou Igreja Matriz de Santiago do
Cacém
Meios de Comunicação
Jornais
Rádios locais
- Radiodifusão em FM:
- Anténa
Miróbriga - 102.7 mHz (distritos de Setúbal e Beja), RDS:
"MROBRIGA"
Agremiações culturais
e recreativas
- Associação
de Radioamadores do Litoral Alentejano
- Escola
de Voo de Santiago do Cacém
- Rancho
Folclórico "Ninho de Uma Aldeia" de S. Bartolomeu da Serra,
fundado em 19 de Fevereiro de 1978
- Cofesmar
- Comissão de Festas de Santa Maria, fundada no ano de 2000, organiza de
dois em dois anos, as tradicionais Festas de Santa Maria onde as ruas da
Vila de Ermidas-Sado são ornamentadas por flores de papel artesanalmente
elaboradas pela população.
NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN
SINES
Sines é uma cidade portuguesa do distrito de Setúbal, região do Alentejo e
sub-região do Alentejo Litoral, com cerca de 18 298 habitantes
(2015 INE). Encontre a maior e a primeira área portuária de
Portugal e a principal Cidade da industrial logística portuária em Portugal e a
terra natal do Vasco da Gama.
É sede de um município com
203,30 km² de área e 14 238 habitantes (2011
INE), subdividido em 2 freguesias. O
município é limitado a norte e leste pelo município de Santiago do Cacém, a sul por Odemira e a
oeste tem litoral no Oceano Atlântico. O litoral do município, para sul
de São Torpes, faz parte do Parque Natural
do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina.
Número de habitantes
|
||||||||||||||
1864
|
1878
|
1890
|
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
3 148
|
3 363
|
3 580
|
3 988
|
4 808
|
5 586
|
7 666
|
8 859
|
9 534
|
8 866
|
7 550
|
12 075
|
12 347
|
13 577
|
14 238
|
(Obs.: Número de habitantes "residentes", ou
seja, que tinham a residência oficial neste concelho à data em que os censos se
realizaram.)
Número de habitantes por Grupo Etário
|
||||||||||||
1900
|
1911
|
1920
|
1930
|
1940
|
1950
|
1960
|
1970
|
1981
|
1991
|
2001
|
2011
|
|
0-14 Anos
|
0
|
0
|
2 037
|
2 626
|
3 077
|
2 887
|
2 304
|
1 805
|
3 018
|
2 542
|
2 108
|
2 068
|
15-24 Anos
|
0
|
0
|
1 003
|
1 649
|
1 723
|
1 984
|
1 572
|
1 060
|
1 755
|
1 782
|
1 990
|
1 587
|
25-64 Anos
|
0
|
0
|
2 328
|
3 099
|
3 644
|
4 100
|
4 374
|
4 040
|
6 144
|
6 500
|
7 382
|
8 079
|
= ou > 65 Anos
|
0
|
0
|
229
|
310
|
367
|
519
|
616
|
645
|
1 158
|
1 523
|
2 097
|
2 504
|
> Id. desconh
|
0
|
0
|
16
|
11
|
37
|
|||||||
História
A história de Sines tem sido enformada pelo mar. Da Pré-História aos
dias de hoje foram o mar e os seus recursos que definiram a economia, a cultura, a
composição e até o caráter das suas gentes.
Há evidências da existência de populações humanas na área no concelho desde
a Pré-História. Vestígios de alguns desses povoamentos estão hoje a descoberto
em estações arqueológicas como a Palmeirinha e
a Quitéria.
Os Celtas e Púnicos também terão andado por Sines.
A presença celta é apenas uma hipótese, mas a púnica é uma certeza: é púnico o
Tesouro do Gaio, descoberto numaherdade do concelho em 1966 e atualmente à guarda do
Museu de Sines.
Com os Romanos, o concelho define-se pela primeira vez como centro
portuário e industrial. A baía de Sines é o porto da cidade de Miróbriga.
O canal da Ilha do Pessegueiroestá ligado a Arandis
(Garvão). Sob o poder de Roma, Sines e a Ilha são polos
"industriais", com complexos de salgas de peixe. A segunda hipótese
de etimologia de
Sines é também romana: "sinus" - baía ou "sinus" - seio,
que é a configuração do cabo de Sines visto do Monte Chãos.
A Alta Idade
Média, em que a região teve ocupação por Visigodos e Mouros, é o
período mais obscuro da história de Sines. Há no Museu de Sines cantarias
visigóticas que atestam a existência de uma basílica do
século VII. Durante a ocupação árabe do sul da península,
Sines é praticamente abandonada.
Povoação da Ordem
de Santiago a partir o século
XIII, Sines adquire autonomia administrativa em 24 de novembro de 1362. Dom Pedro
I concede carta de elevação de Sines a vila interessado na sua função
defensiva da costa, colocando como condição a construção do Castelo.
A Escola Naval Italiana em
Sines em nos séculos XV/XVI, a formação de engenheira naval de
construção de embarcações para o serviço do reino, a formação
engenheiros para os outros reinos da Europa porque a razão a criada a Escola em
Sines as razões de políticas da igreja, a terra natal do Vasco
da Gama abriu a porta os novos mundos para a fé, a igreja tinhas a dívida moral para o Vasco da
Gama, a tecnicamente geográfica da baía para a construção e
para a segurança de embarcações poder a fazer os textos e a
escola fecho de nobres de capital do
reino não a gostava a ideia de escola naval estar em Sines, o inicio o centralização de Lisboa no século
XVI esta o anti-desenvolvimento estratégico de Sines, os
nobres a capital do reino a ser reconhece internacionalmente estar no centro do
mundo conhecido e actualmente a continuou a ser si.
A vida do município na Idade
Moderna continua a ser marcada pelas funções marítimas. A fundação de Porto Covo,
por Jacinto Bandeira, acontece no final do século
XVIII, no pressuposto de aí virem a ser construídos dois portos.
Houve acordo de aliança dos Reinos de Portugal e
de Inglaterra no século
XIX em altura de Rainha Victoria, o acordo era os senhores ingleses a
ocupar os terrenos do território de Sines,
de Santiago do Cacém e de Odemira, com a
divisão dos terrenos de
mais de numa área dois campos
de futebol em actualmente ainda na cidade e no arretares de Sines e
de Porto
Côvo, fui a forma a iniciar a produtividade de agricultura,
de animais e de cortiça em território no Litoral Alentejano e o desenvolvimento das vilas de Sines,
de Santiago do Cacém, de Odemira, de Santo André e de Milfontes e das aldeias de Porto Côvo,
de Melides,
de Abela e
de Grândola.
A industrial mais produtividade para
os senhores ingleses fui a cortiça, com as oito fabricas em Sines os produtos de cortiça saiu
na via marítima e até no inicio de século XX e
na década 30.
No século
XIX, com o Liberalismo, o concelho deixa de pertencer à Ordem de
Santiago e acaba mesmo por ser extinto, em 1855. Mas a segunda
metade do século é, paradoxalmente, de crescimento.
Em meados do século
XIX, um jovem médico algarvio escreve a primeira monografia de
Sines conhecida, "Breve Notícia de Sines". A Sines de Francisco Luís
Lopes é uma vila com problemas, mas aberta e tolerante.
O século XX começa praticamente com a restauração do
município, em 1914.
A indústria da cortiça, a pesca e alguma agricultura e turismo constituem
a base da vida de Sines até ao final da década de 60, quando, além da
proximidade do mar, Sines pouco se distingue do resto do Alentejo.
O grande complexo industrial criado pelo governo de Marcello
Caetano em Sines, em 1970, muda o concelho. A população explode e diversifica-se, a
paisagem ganha novas configurações e a comunidade luta para manter a sua
integridade e a qualidade de vida, mitigando os impactes negativos da
instalação das novas unidades e aproveitando os positivos.
A razão do ideal do projecto de construção da cidade de raiz, Vila Nova de Santo André para a
migração do populacional da Vila de Sines, era para o desaparecido do povoado
de Sines, era para a transformação de ocupação do tudo território da sede do
Município do complexo industrial - portuário de Sines, o ideal era então errado
de eliminação do povoado de Sines no inicial da década 70 a da década 90, na
década 90 de expansionismo da Vila de Sines até chegar a cidade de Sines a
continuidade a limitada o expansionismo de cidade e de industrial, nas razões
da burocracia processual estadual e local e as escolhas politicas económicas e
reindustrialização do país no longo anos errada, para a estratégica do país
para a globalização a continuidade do atrasado desenvolvo de cidade portuária -
industrial de Sines, para o centralizo de financeiro do Funchal, de politico da
Lisboa, de industrial e de económico do Porto e como um problema consciência da
sociedade Portuguesa para da cultura a económica e o industrial.
Mas hoje pelo porto de águas profundas de Sines já passa mais de
metade do tráfego portuário em Portugal,
sobretudo de contentores. E o alargamento do canal do Panamá poderá dar um
grande impulso a
Sines, desde que seja finalmente construída uma adequada ligação ferroviária a Espanha e Europa
Central.
Freguesias
As freguesias de Sines são as seguintes:
Economia
No concelho predominam as actividades ligadas aos sectores
secundário e terciário, seguidos pelo primário. Sines é um centro industrial, o
que se traduz pela localização, neste concelho, de uma refinaria de petróleo,
indústrias da petroquímica, de construção de polímeros, de metalomecânica e de
produção de vagões, facto promovido pela proximidade do porto
comercial, cuja importância tem vindo a crescer desde o início do novo
milénio.
A aliança 2M, que irá reunir os armadores Maersk e MSC de contentores
já escolheu Sines para operar em Portugal os
seus serviços de transhipment (transbordo) de contentores no terminal de contentores do porto
de Sines e como a ligar de ferroviária de
mercadorias entre do porto de Sines - Madrid - Paris - Europa em
2021, os outros navios de cinco continentes, como as novas rotas
comerciais do porto de Sines estar no centro das rotas e o inicio a
operar totalmente do canal de ligação dos oceanos Pacífico- Atlântico em
no Canal de Panamá vai o porto de Sines a ganhar
a maior importação navegação marítima entre oceano Atlântico de exportação e de
importação da União Europeia, a ser a porta entrada da China, dos Estados
Unidos da América para a União Europeia e o porto de Sines como as previsões de
estudos de Organização Mundial do Comércio (OMC) a dar o maior
crescimento no mercado de contentores no futuro.
O porto de Sines é o primeiro maior porto
artificial de Portugal e um porto de águas profundas, de fundos naturais até −28 m ZH,
com terminais especializados que permitem o movimento de diferentes tipos de
mercadorias e de Transshipment "Transbordo"
e Hinterland Nacional e Fronteiriço ou
rede de Trans-Europa. Para além de ser o principal
porto na fachada atlântica de Portugal, devido às suas características geofísicas,
é a principal porta de entrada de abastecimento energético de
Portugal: contentores, gás
natural, carvão, petróleo e
seus derivados (Características,
2007).
A sua construção teve início em 1973 e entrou em exploração
em 1978. A 14 de Dezembro de 1977 foi criada a Administração do Porto
de Sines (APS) (30º, 2007). O porto opera 365 dias por ano, 24 horas
por dia, disponibilizando serviços tais como: controlo de tráfego marítimo;
pilotagem, reboque e amarração; controlo de acessos e vigilância; água
potável e bancas; combate a acidentes/poluição; reparações a bordo ou
em terra (Serviços, 2007). O porto de Sines situa-se a 37º 57' de latitude
Norte e a 08º 52´ de longitude Oeste, a 58 milhas marítimas a Sul de Lisboa
(Localização, 2007).
Sines também passou por algumas vicissitudes nas décadas iniciais.
Desde problemas na construção do porto até excesso de optimismo
quanto a certas indústrias petroquímicas (não
a refinaria),
foram vários os contratempos. Mas hoje pelo porto de águas profundas de Sines já passa mais de
metade do tráfego portuário em Portugal, sobretudo de contentores. E o alargamento do canal do Panamá poderá dar um grande impulso a
Sines, desde que seja finalmente construída uma adequada ligação ferroviária a Espanha e Europa
Central.
No que respeita ao hinterland,
existem ótimas ligações diretas do Terminal XXI às redes
nacionais rodoviária e ferroviária,
estando estas integradas na Rede Transeuropeia deTransportes.
Por outro lado, para dar resposta às projeções de crescimento,
encontra-se em implementação um ambicioso plano de evolução e expansão das acessibilidades
rodo-ferroviárias, que
permitirão garantir a correta intermodalidade para as
ligações nacionais e ao interior de Espanha,
particularmente à região de Madrid.
A pesca, o turismo e os serviços são as restantes
actividades com relevância no concelho.
Património histórico
Militar
Religioso
- Padrão
de São Torpes
- Igreja de
Nossa Senhora das Salas
- Igreja
Matriz de São Salvador
- Igreja
do Espírito Santo ou da Misericórdia
- Ermida de São
Bartolomeu
- Ermida de São Sebastião
- Igreja de Nossa Senhora da
Soledade
Estátuas
Outros
Equipamentos públicos
- Salão
Nobre dos Bombeiros Voluntários de Sines
- Salão
Nobre dos Paços do Concelho
- Jardim
das Descobertas
- Jardim
da Praça da República
- Jardim
Público de Porto Covo
- Alameda
da Paz
- Transportes
Públicos Urbanos Municipais de Sines
- Elevador
dos Penedos da Índia
Principais eventos
Desportivos
- Parque
Desportivo Municipal com Campos de Ténis
- Estádio
Municipal
- Clube
Náutico de Sines
- Porto
de Recreio
- Pavilhão
dos Desportos
- Campo
de Tiro
- Piscinas
Municipais
- Pavilhão
Multiusos de Sines
Médias


















Sem comentários:
Enviar um comentário